Vitaminas, nutrientes e sistema nervoso: quando a falta pode afetar cérebro, nervos e equilíbrio
Algumas deficiências nutricionais, especialmente de vitamina B12, tiamina, cobre, vitamina E e vitamina B6, podem causar sintomas neurológicos. A investigação deve procurar a deficiência, a causa da deficiência e possíveis excessos, porque nem todo sintoma neurológico é falta de vitamina.
Publicado em 26 de junho de 2026
Entenda como deficiências de vitamina B12, B1, B6, D, E, folato e cobre podem afetar o sistema nervoso, quais sinais observar e por que suplementar sem avaliação pode ser arriscado.


Dr. Thiago G. Guimarães
CRM-SP 178.347 | RQE 83752
Neurologista formado pela USP, especialista em Distúrbios do Movimento e Neurogenética. Corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês e Hospital Albert Einstein.

Resposta curta
Algumas vitaminas e minerais são essenciais para o cérebro, a medula e os nervos funcionarem bem. Quando faltam, podem aparecer sintomas como formigamento, perda de equilíbrio, fraqueza, alteração de memória, confusão mental, visão embaçada ou dificuldade para andar.
Isso pode ser grave em alguns casos, principalmente quando a deficiência afeta a medula, o cérebro ou evolui rapidamente. A boa notícia é que muitas dessas causas são tratáveis quando reconhecidas cedo.
O estudo revisado explica principalmente deficiências de vitamina B12, folato, tiamina, niacina, vitamina B6, vitamina D, vitamina E e cobre. Ele também chama atenção para um ponto importante: nem toda queixa neurológica é falta de vitamina, e nem toda vitamina é segura em qualquer dose.
Na prática, o melhor caminho não é tomar muitos suplementos por conta própria. O caminho mais seguro é investigar: qual nutriente está baixo, por que ele está baixo, se há má absorção, se há excesso de algum suplemento e se os sintomas realmente combinam com aquela deficiência.
Em 30 segundos
O sistema nervoso funciona como uma rede de fios elétricos. Para esses fios transmitirem sinais com qualidade, o corpo precisa de nutrientes específicos.
Algumas deficiências podem machucar a capa dos fios, que é a mielina, ou interferir na produção de energia das células nervosas. Isso pode gerar sintomas nos nervos periféricos, na medula, no cérebro, nos olhos e nos músculos.
A revisão destaca alguns pontos práticos:
- falta de vitamina B12 e falta de cobre podem causar sintomas muito parecidos;
- falta de tiamina, ou vitamina B1, pode causar quadros neurológicos urgentes, como a encefalopatia de Wernicke;
- falta e excesso de vitamina B6 podem afetar os nervos;
- vitamina D baixa é estudada em relação à esclerose múltipla, mas não deve ser vendida como prevenção garantida;
- cirurgia bariátrica, alcoolismo, vômitos persistentes, doenças intestinais, idade avançada e dietas restritivas aumentam o risco de deficiência.
O recado central é simples: deficiência nutricional pode ser uma causa neurológica tratável, mas precisa ser investigada com método.
O que importa de verdade
Mensagem 1
- Em 1 frase: Deficiência de nutrientes pode parecer doença neurológica.
- Por que isso importa: alguns quadros de formigamento, desequilíbrio, fraqueza ou alteração cognitiva podem melhorar ou estabilizar quando a causa nutricional é corrigida.
- A nuance: nem todo sintoma neurológico vem de deficiência; exames e contexto clínico são essenciais.
Mensagem 2
- Em 1 frase: B12 e cobre podem causar quadros muito parecidos.
- Por que isso importa: se a pessoa tem sintomas de medula e nervos, investigar só B12 pode deixar a deficiência de cobre passar despercebida.
- A nuance: cobre baixo pode ocorrer após cirurgia gástrica, excesso de zinco, doenças intestinais e, às vezes, sem causa óbvia.
Mensagem 3
- Em 1 frase: suplemento também pode fazer mal.
- Por que isso importa: excesso de vitamina B6 pode causar uma neuropatia sensitiva, e excesso de vitamina A pode causar aumento da pressão dentro do crânio.
- A nuance: suplementação é útil quando bem indicada, mas não deve substituir diagnóstico.

Para quem este texto é útil?
Este texto é útil para pessoas que têm sintomas neurológicos e querem entender se vitaminas ou nutrientes podem estar envolvidos.
Ele também é útil para quem tem maior risco de deficiência, como:
- pessoas que fizeram cirurgia bariátrica;
- pessoas com vômitos persistentes;
- pessoas com alcoolismo ou uso pesado de álcool;
- idosos;
- pessoas com dietas muito restritivas;
- pessoas com doença celíaca, doença inflamatória intestinal ou outras causas de má absorção;
- pessoas em nutrição parenteral ou enteral prolongada;
- pessoas que usam medicamentos que podem interferir em absorção ou metabolismo de nutrientes;
- pessoas que usam suplementos em doses altas, especialmente B6, zinco ou vitamina A.
O que é isso, em linguagem simples?
Deficiência nutricional significa que o corpo não tem quantidade suficiente de um nutriente para manter suas funções normais.
No sistema nervoso, isso pode acontecer de formas diferentes.
Alguns nutrientes ajudam a manter a mielina (camada protetora dos nervos). Outros participam da produção de energia dentro das células. Outros ajudam na formação de neurotransmissores, que são mensageiros químicos usados pelo cérebro.
Quando a falta é importante, os sinais podem aparecer em vários lugares:
| Parte afetada | Como pode aparecer |
|---|---|
| Nervos periféricos | formigamento, dormência, queimação, perda de sensibilidade |
| Medula | desequilíbrio, rigidez, fraqueza, sensação de choque, dificuldade para andar |
| Cérebro | confusão, alteração de memória, sonolência, mudança de comportamento |
| Olhos | visão embaçada, alteração do nervo óptico, visão dupla em alguns quadros |
| Músculos | fraqueza, dor, dificuldade para levantar da cadeira ou subir escadas |
Como isso aparece no dia a dia?
Uma pessoa com deficiência de B12 ou cobre pode começar com dormência nos pés, tropeços e sensação de que o chão está estranho. Em alguns casos, as mãos também formigam cedo. Isso pode sugerir que não é apenas uma neuropatia comum, mas um problema envolvendo medula e nervos ao mesmo tempo.
Uma pessoa com falta de tiamina pode ter um quadro mais agudo. Pode aparecer confusão mental, dificuldade para caminhar e alteração dos movimentos dos olhos. Esse quadro é conhecido como encefalopatia de Wernicke (uma emergência neurológica por falta de vitamina B1).
Uma pessoa com excesso de vitamina B6 pode ter piora de sensibilidade, desequilíbrio no escuro e sintomas sensitivos. Isso é importante porque muita gente toma complexo B sem perceber que algumas fórmulas têm doses altas.

Como o estudo foi feito?
O artigo é uma revisão clínica. Isso significa que o autor reuniu e discutiu conhecimentos científicos sobre deficiências nutricionais importantes para a neurologia.
Não foi um estudo em que pacientes foram sorteados para receber tratamento ou placebo. Também não foi uma meta-análise com cálculo combinado de vários estudos.
A revisão organiza informações sobre:
- fontes alimentares dos nutrientes;
- causas de deficiência;
- sintomas neurológicos associados;
- exames laboratoriais úteis;
- princípios de tratamento;
- situações em que a deficiência pode ser esquecida;
- riscos de toxicidade por excesso de alguns suplementos.
Esse tipo de artigo ajuda muito na prática clínica, mas não deve ser lido como prova de que todo mundo deve tomar suplemento.
O que o estudo encontrou?
A revisão destaca que o funcionamento adequado do sistema nervoso depende de fornecimento constante de alguns nutrientes.
Vitamina B12
A vitamina B12 é importante para a medula, os nervos e a formação adequada do sangue. A deficiência pode causar formigamento, desequilíbrio, neuropatia, alteração da medula, sintomas psiquiátricos e, em alguns casos, alteração visual.
Um ponto importante: o exame de B12 no sangue nem sempre conta a história inteira. Em alguns casos, exames como ácido metilmalônico e homocisteína ajudam a interpretar se há deficiência funcional.
Folato
O folato, ou vitamina B9, participa de processos ligados ao DNA e ao metabolismo da homocisteína. A deficiência isolada causando sintomas neurológicos é considerada mais rara, e muitas vezes outras deficiências coexistem.
Um cuidado prático: tratar folato sem avaliar B12 pode mascarar problemas do sangue e deixar manifestações neurológicas de B12 seguirem evoluindo.
Tiamina, ou vitamina B1
A tiamina é essencial para produção de energia no cérebro. A falta pode causar beribéri, neuropatia e encefalopatia de Wernicke.
Esse ponto é especialmente importante em pessoas com vômitos persistentes, alcoolismo, desnutrição, doença grave ou pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Niacina, ou vitamina B3
A deficiência de niacina causa pelagra. A forma clássica envolve pele, intestino e sistema nervoso. Em algumas pessoas, especialmente com alcoolismo ou má absorção, pode haver confusão mental e sintomas neuropsiquiátricos.
Se uma encefalopatia em contexto de alcoolismo não melhora como esperado com tiamina, a revisão sugere lembrar da possibilidade de deficiência de niacina.
Vitamina B6
A vitamina B6 é um caso importante porque tanto a falta quanto o excesso podem afetar o sistema nervoso.
A deficiência pode causar neuropatia em alguns contextos. Já o excesso pode causar uma neuronopatia sensitiva (lesão dos neurônios sensitivos), com dormência, perda de sensibilidade e desequilíbrio.
Esse é um dos motivos para evitar uso prolongado de doses altas de complexo B sem orientação.
Vitamina D
A vitamina D é importante para ossos, músculos e metabolismo do cálcio. A deficiência pode causar fraqueza muscular proximal, especialmente em cintura pélvica, dificultando levantar da cadeira ou subir escadas.
A relação entre vitamina D e esclerose múltipla é uma área de pesquisa. Há associação entre níveis baixos e risco ou atividade da doença, mas isso não significa que vitamina D isoladamente previna ou trate esclerose múltipla.
Vitamina E
A deficiência de vitamina E é rara por dieta inadequada isolada. Ela costuma aparecer em situações de má absorção de gordura ou doenças genéticas específicas.
Quando afeta o sistema nervoso, pode causar um quadro parecido com ataxia, com desequilíbrio, perda de coordenação, alteração da sensibilidade profunda e neuropatia.
Cobre
O cobre é fundamental para várias enzimas do sistema nervoso. A deficiência pode causar mielopatia ou mieloneuropatia, isto é, alteração da medula e dos nervos.
O quadro pode imitar deficiência de B12. Isso é muito importante em pessoas com cirurgia gástrica, cirurgia bariátrica, excesso de zinco, doenças intestinais ou deficiência sem causa clara.
O que isso muda na prática?
O estudo ajuda a organizar um raciocínio clínico: quando há sintoma neurológico, não basta perguntar “qual vitamina tomar?”. A pergunta correta é: “existe uma deficiência ou toxicidade que explique esse quadro?”.
Na prática, a avaliação costuma envolver três camadas:
| Camada | Pergunta prática |
|---|---|
| Sintoma | O padrão combina com nervo, medula, cérebro, músculo ou visão? |
| Risco | Há cirurgia bariátrica, vômitos, alcoolismo, dieta restritiva, má absorção ou excesso de suplementos? |
| Confirmação | Os exames sustentam deficiência, excesso ou outra causa neurológica? |
A investigação pode incluir exames de sangue, revisão de suplementos, medicamentos, histórico alimentar, cirurgias, doenças gastrointestinais e, em alguns casos, exames neurológicos como ressonância, eletroneuromiografia ou avaliação cognitiva.

Um teste rápido de checagem
Este teste não dá diagnóstico. Ele serve para ajudar você a organizar a conversa com o médico.
Marque mentalmente se alguma frase se aplica a você:
- Fiz cirurgia bariátrica ou cirurgia gástrica.
- Tenho vômitos persistentes ou diarreia crônica.
- Tenho doença intestinal, pancreática ou hepática.
- Uso suplemento de zinco, vitamina B6 ou vitamina A em dose alta.
- Tenho dieta vegana, vegetariana estrita ou muito restritiva.
- Tenho formigamento em pés e mãos ao mesmo tempo.
- Tenho piora do equilíbrio no escuro.
- Tenho fraqueza progressiva nas pernas.
- Tenho confusão mental, sonolência ou visão dupla.
- Tenho anemia, neutropenia ou alteração de sangue sem causa clara.
Quanto mais itens presentes, maior a importância de discutir uma investigação dirigida.
O que vale perguntar ao médico?
- Meus sintomas parecem mais de nervo, medula, músculo, cérebro ou visão?
- Faz sentido investigar vitamina B12 com ácido metilmalônico e homocisteína?
- Além da B12, devo investigar cobre, ceruloplasmina, zinco, vitamina E ou tiamina?
- Algum suplemento que uso pode estar em dose excessiva?
- Algum remédio meu pode interferir em absorção de B12 ou folato?
- Tenho sinais de má absorção intestinal?
- Depois de cirurgia bariátrica, quais nutrientes preciso monitorar a longo prazo?
- Há sinais de alerta que exigem atendimento urgente?
- A reposição deve ser oral, injetável ou hospitalar?
- Como será o acompanhamento para confirmar melhora ou estabilização?
FAQ
Medo
Falta de vitamina pode causar doença neurológica grave?
Sim, pode. Algumas deficiências podem afetar a medula, o cérebro e os nervos. O risco depende do nutriente, da intensidade da deficiência, do tempo de evolução e da presença de sintomas neurológicos objetivos.
Isso significa que todo formigamento é falta de vitamina?
Não. Formigamento pode ter muitas causas, como diabetes, compressão de nervos, problemas de coluna, doenças autoimunes, medicamentos, álcool, quimioterapia e outras neuropatias. Vitaminas são uma parte da investigação, não a explicação automática.
Posso ficar com sequela se demorar para tratar?
Pode acontecer. Algumas deficiências melhoram bem quando reconhecidas cedo, mas sintomas prolongados podem não reverter completamente. Por isso, sintomas progressivos merecem avaliação.
Dia a dia
Quem fez cirurgia bariátrica precisa se preocupar?
Sim. Cirurgia bariátrica pode aumentar risco de deficiência de tiamina, B12 e cobre, especialmente se houver vômitos, baixa adesão à suplementação, perda rápida de peso ou procedimentos com maior má absorção.
Vegetarianos e veganos precisam sempre tomar B12?
Nem sempre do mesmo jeito, mas precisam de acompanhamento. A B12 vem principalmente de alimentos de origem animal ou alimentos fortificados. Dietas veganas e vegetarianas estritas exigem atenção para evitar deficiência.
Fraqueza para levantar da cadeira pode ser vitamina D baixa?
Pode ser uma possibilidade, mas não é a única. Vitamina D baixa pode causar fraqueza muscular proximal, mas problemas musculares, neurológicos, ortopédicos e medicamentos também podem causar esse sintoma.
Tratamento
Complexo B é sempre seguro?
Não. Algumas vitaminas do complexo B são seguras em doses usuais, mas excesso de vitamina B6 pode causar lesão sensitiva dos nervos. O risco aumenta com uso prolongado e doses altas.
B12 oral funciona ou precisa ser injetável?
Depende da causa, da gravidade e da presença de sintomas neurológicos. Algumas pessoas respondem a doses orais altas, mas quadros neurológicos ou má absorção importante podem exigir reposição injetável. Essa decisão deve ser médica.
Posso tomar cobre se minha B12 está normal?
Não por conta própria. Cobre baixo pode imitar B12, mas excesso de cobre também pode ser perigoso. O correto é dosar cobre, ceruloplasmina e, em alguns casos, zinco, dentro de um contexto clínico.
Futuro
Vitamina D previne esclerose múltipla?
Não dá para afirmar isso. A deficiência de vitamina D está associada ao risco e à atividade da esclerose múltipla em estudos, mas associação não é o mesmo que prevenção garantida. Repor deficiência é diferente de prometer prevenção de doença.
Corrigir vitamina melhora memória?
Depende. Se houver deficiência real causando sintomas, corrigir pode ajudar. Mas a revisão destaca que suplementação de B12 não mostrou, de forma geral, melhora garantida da cognição ou lentificação do declínio cognitivo apenas por normalizar níveis.
Ação
Quando devo procurar atendimento urgente?
Procure atendimento urgente se houver confusão mental, sonolência intensa, visão dupla, dificuldade súbita ou progressiva para andar, fraqueza nas pernas, perda de controle urinário associada a sintomas neurológicos ou piora rápida do equilíbrio.
Checklist de agência
Sinais de alerta
- confusão mental nova;
- visão dupla;
- alteração importante da marcha;
- quedas repetidas;
- fraqueza progressiva;
- dormência subindo pelas pernas;
- formigamento em mãos e pés ao mesmo tempo;
- perda de sensibilidade profunda;
- sonolência incomum;
- sintomas após vômitos persistentes ou cirurgia bariátrica.
Perguntas para consulta
- O padrão dos sintomas sugere neuropatia, mielopatia ou encefalopatia?
- Há risco de deficiência por cirurgia, dieta, medicamento ou má absorção?
- Existe risco de toxicidade por suplemento?
- Quais exames confirmam ou afastam a hipótese?
- Como acompanhar resposta ao tratamento?
Hábitos apoiados por bom senso clínico
- informar todos os suplementos em uso, com dose e marca;
- não esconder uso de zinco, complexo B, vitamina A ou fórmulas manipuladas;
- manter seguimento nutricional após cirurgia bariátrica;
- evitar dietas extremas sem acompanhamento;
- valorizar vômitos persistentes como sinal de risco nutricional.
O que não fazer sozinho
- não iniciar megadoses de vitaminas;
- não usar complexo B por meses sem saber dose de B6;
- não tomar cobre sem exame;
- não tratar cansaço, formigamento ou memória apenas com suplemento;
- não suspender reposição prescrita após bariátrica sem orientação.
Quando buscar ajuda urgente
Busque urgência se os sintomas forem rápidos, progressivos ou acompanhados de confusão mental, visão dupla, fraqueza, dificuldade para andar ou alteração de consciência.
O que este estudo/guia NÃO prova
- Não prova que toda pessoa com sintoma neurológico tem deficiência de vitamina.
- Não prova que multivitamínicos previnem doenças neurológicas em pessoas sem deficiência.
- Não prova que suplementar B12, vitamina D, vitamina E ou complexo B melhora cognição, equilíbrio ou neuropatia em todos os casos.
- Não substitui investigação individual de causas como diabetes, doenças autoimunes, doenças genéticas, compressões nervosas, medicamentos e doenças degenerativas.
- Não autoriza uso de doses altas de suplementos sem acompanhamento, pois excesso de alguns nutrientes também pode causar problemas neurológicos.
Bloco de segurança
⚕️ IMPORTANTE • Este conteúdo resume um estudo científico e não substitui consulta médica. • Se você tem sintomas ou dúvidas, converse com um profissional de saúde. • Não interrompa ou inicie medicamentos por conta própria. • Cada pessoa é única — o que vale para o grupo do estudo pode não valer para você.
Referência ABNT
KUMAR, Neeraj. Nutrients and Neurology. Continuum: Lifelong Learning in Neurology, Philadelphia, v. 23, n. 3, Neurology of Systemic Disease, p. 822-861, jun. 2017. DOI: 10.1212/01.CON.0000520630.69195.90.
Assinatura
✍️ Dr. Thiago G. Guimarães CRM-SP 178.347 Neurologista — Distúrbios do Movimento e Neurogenética Hospital das Clínicas da FMUSP
📍 Consultório em Pinheiros, São Paulo/SP 🌐 Site: drthiagoguimaraesneuro.com 🎬 YouTube: @DrThiagoGGuimaraes 📸 Instagram: @dr.thiagogguimaraes.neuro
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