Ocorrência esporádica
O artigo mantém PSP como doença de ocorrência esporádica; variantes raras em MAPT podem gerar fenócópias hereditárias.
Ferramenta estruturada para avaliação e classificação de Paralisia Supranuclear Progressiva baseada nos critérios da Movement Disorder Society, com leitura automática, resumo clínico, histórico local e saída pronta para PDF.
Estrutura
B + O/P/A/C
Inclusão e exclusão, domínios centrais, suporte clínico e imagem.
Classificação
Avaliação parcial
Os três itens de inclusão B1 precisam ser julgados para validar a leitura diagnóstica.
Fenótipos
RS / P / F
PSP-RS, PSP-P, PSP-F, PSP-SL, PSP-CBS, PSP-OM e PSP-PGF.
Histórico local
0
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O artigo mantém PSP como doença de ocorrência esporádica; variantes raras em MAPT podem gerar fenócópias hereditárias.
Portadores de variantes MAPT podem ter início mais precoce, mas para a forma esporádica o critério base usa idade ≥ 40 anos.
Qualquer novo déficit neurológico, cognitivo ou comportamental que progrida no tempo e não tenha causa alternativa clara pode ser considerado sintoma relacionado à PSP.
Excluir quando a memória episódica for a manifestação predominante e sem outra explicação.
Inclui hipotensão ortostática relevante após 3 minutos em pé.
Sugere mais fortemente demência com corpos de Lewy.
Sinais puros de neurônio motor superior não excluem por si só; combinação com NMS + NMI sim.
Quando há correlação com imagem/laboratório compatíveis, PSP deve ser afastada.
Presença positiva atua como critério de exclusão mandatória.
Ataxia de membros marcante favorece outras etiologias.
Ex.: déficit sensorial primário, vestibulopatia, espasticidade grave, síndrome de neurônio motor inferior.
Achado de imagem incompatível com a interpretação de PSP típica.
Ex.: hidrocefalia, infartos em tronco/basal ganglia, hemorragias, tumores, malformações, lesões hipóxico-isquêmicas.
Aplicar quando a apresentação temporal for atípica para PSP.
Exclusão contextual para evolução acelerada.
LCR típico ou PET amiloide patológico.
Aplicar apenas quando a idade/investigação clínica tornarem esse bloco pertinente.
Ex.: 14-3-3, tau muito elevada, RT-QuIC positiva, anti-Ma1/Ma2.
Particularmente com sintomas gastrointestinais, artralgias, febre, idade jovem ou sinais neurológicos atípicos como miorythmia.
Inclui, por exemplo, genes associados a FTD não-MAPT, AD, Huntington, algumas ataxias espinocerebelares, PRNP, ATP13A2, DCTN1 e outros listados no artigo.
Limitação clara do olhar voluntário vertical maior que horizontal, envolvendo supra e infraversão, superior ao esperado para idade, superável pelo reflexo vestíbulo-ocular nas fases iniciais.
Velocidade e amplitude de sacadas verticais reduzidas, idealmente avaliadas por comando e não por perseguição; lentas o suficiente para o examinador observar o movimento ocular.
Intrusões sacádicas horizontais rápidas durante fixação (>10/min em PSP) ou dificuldade em iniciar abertura palpebral sem blefaroespasmo forçado.
Perda de equilíbrio espontânea em ortostatismo ou história de mais de uma queda não provocada nos 3 primeiros anos.
O paciente cairia no pull-test se não fosse amparado pelo examinador.
Recupera-se sem ajuda, porém necessita mais de dois passos para trás.
Bloqueios motores súbitos/start hesitation como manifestação predominante nos 3 primeiros anos, progressivos e não responsivos à levodopa.
Bradicinesia e rigidez com predomínio axial e sem resposta adequada à levodopa.
Bradicinesia com rigidez e/ou tremor, com assimetria ou algum grau de responsividade dopaminérgica.
Definido por variante não fluente/agramática de APP ou apraxia progressiva da fala persistente.
Persistência de pelo menos 3 dentre apatia, bradifrenia, síndrome disexecutiva, redução de fluência fonêmica e impulsividade/desinibição/perseveração.
Pelo menos um sinal cortical e um sinal de transtorno do movimento, podendo ser assimétricos ou simétricos.
Perda de gramática e/ou fala/escrita telegráfica.
Fala laboriosa, entrecortada, com erros inconsistentes e prosódia segmentada, com preservação relativa da compreensão lexical isolada.
Redução de interesse, iniciativa e atividade espontânea.
Lentificação do pensamento percebida pelo paciente ou informante.
Ex.: dígitos inversos, Trails B, Stroop, sequência de Luria abaixo do esperado.
Ex.: palavras com D/F/A/S abaixo do esperado para idade/escolaridade.
Ex.: comportamento social inadequado, applause sign, palilalia, ecolalia, risco motor.
Sinal cortical.
Sinal cortical.
Mais que simples levitação.
Sinal de transtorno do movimento.
Sinal de transtorno do movimento.
Sinal de transtorno do movimento.
Melhora < 30% no MDS-UPDRS motor após tratamento adequado; artigo cita pelo menos 1000 mg/dia por 1 mês se tolerado ou desafio formal ≥ 200 mg.
Fala lenta, de baixo volume e tom, voz áspera.
Dificuldade de deglutição sem outra explicação, suficiente para demandar adaptação alimentar.
Intolerância à luz atribuída a disfunção adaptativa.
Predomínio em mesencéfalo em relação à ponte, por RM ou FDG-PET, por exemplo.
Ex.: IBZM-SPECT ou DMFP-PET compatíveis.
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